"Quantos meses tem?"
Eu - "Tem 4..."
"Ah tão grande! Já se arrependeu?"
?!?!?!?!?!!?!?!?
"Então vai levá-lo à rua?..."
Eu - "Pois é, está na hora!"
"Isso é que deve ser uma grande chatice..."
Eu - "Não, é divertido"
"Pois... por agora ainda é...."
?!?!?!?!?!?!?!
"Grande trabalho esse que agora arranjou..."
Eu - "Não é trabalho nenhum, é com muito gosto!"
"Pois, mas vai-se arrepender..."
Eu - "Não me parece..."
"Ah sim, vai sim, um cão é uma prisão"
??!?!?!?!?!!?!?!
"Então e já destruiu muita coisa lá em casa?"
Eu - "Nem por isso, não lhe damos muita oportunidade."
"Ah, então espere mais um pouco que vai ver. Vai ficar com tudo destruído."
?!?!?!??!!??!?!?!?!?!?
A minha questão é... porque é que as pessoas acham que as suas experiências têm necessariamente de ser as nossas e porque é que teimam que temos de sentir e achar da mesma forma que elas sentem e acham!?!?
Eu ADORO o meu cão, eu não sinto que seja uma prisão, eu não me arrependo de forma alguma de o ter, e se pudesse tinha mais 3 (até já tenho os nomes)!! Por isso POUPEM-ME as conversas de mer$%!
Bem vinda ao mundo das pessoas idiotas que das duas uma, ou não têm cães ou então têm cães porque é moda e dá jeito para entreter as criancinhas.
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